Aviões Orgânicos

Novos aviões “orgânicos”: tecnologia amiga do ambiente

 

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O futuro dos aviões será cultivado organicamente. O banco em que você estará sentado nos voos poderá  feito de plantas, e o combustível produzido com óleo de sementes e até algas. Materiais não renováveis como plástico ou metal não estarão  nesses aviões do futuro.
Voar pode ser a solução   a escassez dos recursos naturais: viajando no céu,  das estradas, o chão pode ser utilizado  a  e  a preservação do meio-ambiente.
O avião  é inspirador em um momento de grandes desafios enfrentados pela  da aviação, como a superlotação nos céus. A previsão é a de o tráfego aéreo cresça  vezes ao longo das próximas décadas.
Além disso, as companhias aéreas terão que atender uma clientela cada vez mais exigente, já que até 2050 a população deverá quase dobrar para mais de nove  de pessoas.
Pensando nos jovens, cientistas pretendem desenvolver uma nova maneira de voar, barata, eficiente e sustentável, claro. Aliando a tecnologia atual aos desejos de rapidez e segurança, a empresa Airbus deve lançar uma cabine semelhante a um carro voador, que ajudaria a escapar das ruas congestionadas das grandes cidades.
O carro voador seria composto de leves e fortes materiais, teto transparente e até inteligência artificial para adaptar as necessidades do usuário.
A questão mais complexa até agora é o preço. Viajar para qualquer lugar no seu país e do mundo, de forma rápida e segura, parece possível com o avanço das tecnologias. Mas mesmo  for lançado, o veículo voador ainda estará longe do poder aquisitivo da maior parte da população.

Ovelha Dolly . A primeira ovelha clonada


Dolly: primeira experiência de clonagem  
O que é clonagem 
Podemos definir a clonagem como um método científico artificial de reprodução que utiliza células somáticas (aquelas que formam  órgãos, pele e ossos ) no lugar do óvulo e do espermatozóide. Vale lembrar que é um método artificial, pois, como sabemos, na natureza, os seres vivos se reproduzem através de células sexuais e não por células somáticas. As exceções deste tipo de reprodução são os vírus, as bactérias e diversos seres unicelulares.
A primeira experiência com clonagem de animais ocorreu no ano de 1996, na Escócia, no Instituto de Embriologia Roslin. O embriologista responsável foi o doutor Ian Wilmut. Ele conseguiu clonar uma ovelha, batizada de Dolly. Após esta experiência, vários animais foram clonados, como por exemplo, bois, cavalos, ratos e porcos. 
Clonagem de seres humanos 
Embora as técnicas de clonagem terem avançado nos últimos anos, a clonagem de seres humanos ainda está muito longe de acontecer. Além de alguns limites científicos, a questão ética e religiosa tem se tornado um anteparo para estas pesquisas com seres humanos. De um lado, as religiões, principalmente cristãs, colocam-se radicalmente contra qualquer experiência neste sentido. Por outro lado, governos de vários países proíbem por considerar um desrespeito a ética do ser humano.
A técnica da clonagem 
A clonagem ainda não foi entendida por completo pelos médicos e cientista, no que se refere aos conhecimentos teóricos. Na teoria seria impossível fazer células somáticas atuarem como sexuais, pois nas somáticas quase todos os genes estão desligados. Mas, a ovelha Dolly, foi gerada de células somáticas mamárias retiradas de um animal adulto. A parte nuclear das células, onde encontramos genes,  foram armazenadas. Na fase seguinte, os núcleos das células somáticas foram introduzidos dentro dos óvulos de uma outra ovelha, de onde haviam sido retirados os núcleos. Desta forma, formaram-se células artificiais. Através de um choque elétrico, as células foram estimuladas, após um estado em que ficaram "dormindo".  Os genes passaram a agir novamente e formaram novos embriões, que introduzidos no útero de uma ovelha acabou por gerar a ovelha Dolly.

A ovelha Dolly morreu alguns anos depois da experiência e apresentou características de envelhecimento precoce. O telômero (parte do cromossomo responsável pela divisão celular) pode ter sido a causa do envelhecimento precoce do animal. Por isso, o telômero tem sido alvo de pesquisas no mundo científico. Os dados estão sendo até hoje analisados, com o objetivo de se identificar os problemas ocorridos no processo de clonagem.
A embriologia e a engenharia genética tem feito pesquisas também com células-tronco e na produção de órgãos animais através de métodos parecidos com a clonagem.

 
 

 

O Golfinho Calderon



Dinamarca: Que vergonha esta triste cena.
Por incrível que pareça, este espectáculo mantém-se em Dantesque, Ilhas Faroe (Dinamarca). Um país supostamente civilizado e, ainda por cima, membro da União Europeia.

Nas Ilhas Faroe, isto trata-se duma espécie de "ritual" de passagem para a idade adulta. E o pior nisto, é que ninguém faz nada para parar isto! "O golfinho Calderon" é um golfinho inteligente e calmo, que se aproxima do homem com intenção de "amizade"



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Macaco Narigudo


O macaco narigudo está em vias de extinção, porque é uma espécie muito rara.
Pertence à família cercopithecidae, é de filo Chordata, classe Mammalia, ordem Primates e o seu nome científico é Nasalis Larvatus.
Esta espécie de macacos é uma das mais impressionantes. O seu comprimento varia entre 70 a 80 cm e a sua cauda chega aos 75 cm de comprimento. Eles pesam muito pouco e as fêmeas ainda pesam menos.
o macho tem o nariz grande, bulboso e saliente. Parece um pepino de 10 cm de comprimento. pende à frente da boca e o macaco tem que segurá-lo com uma das mãos pera poder comer. O nariz não é só comprido: tem muitos vasos sangüíneos e pode ficar vermelho-vivo se o animal ficar perturbado ou irritado. De qualquer forma, só o macho adulto tem o nariz assim; a fêmea e os filhotes têm o nariz pequeno e arrebitado. Os násicos constituem grupos de cerca de vinte indivíduos, durante o dia.

Os peixes multiplicam-se para repovoarem rios


As ameaças às espécies dos rios passam pelas técnicas de limpeza pouco correctas e poluição difusa.
Na estação aquícola de Campelo, em Figueiró dos Vinhos, cinco espécies de peixes em vias de extinção multiplicam-se para repovoarem rios e ribeiras nacionais de onde são originárias.
“São espécies autóctones, algumas delas só existem em dois ou três rios no nosso país. Em todo o mundo não se encontram em mais local nenhum. Se não for feito nada por elas, poderão desaparecer para sempre do planeta”, comentou Alexandrina Pipa, técnica da associação ambientalista Quercus, uma das entidades envolvidas na iniciativa.
As espécies - ruivaco-do-Oeste, boga-portuguesa e do sudoeste, e escalos do Arade e do Mira - que ocupam os vários tanques da estação estão classificadas como Criticamente em Perigo, estatuto de conservação, de acordo com o Livro Vermelho dos Vertebrados, “mais preocupante”, salientou a responsável.
Alexandrina Pipa adiantou que são várias as razões que tornam estes peixes vulneráveis, destacando a “intervenção humana”. “Desde técnicas de limpeza pouco correctas dos rios até à poluição difusa, resultado dos químicos da agricultura, dos efluentes domésticos, dos efluentes industriais que são lançados para os rios. Juntando a isso, há a situação de rios que muitas vezes durante o Verão praticamente secam.”
O projecto, encetado em 2008, culminou um ano depois com o transporte de algumas dezenas de exemplares para a estação, onde se reproduzem em cativeiro. Os ruivacos-do-Oeste (dos rios de Alcabrichel e Sizandro) foram os primeiros moradores.
“Foi uma reprodução muito bem sucedida, na ordem dos 200 a 600 por cento dos [87 exemplares] que chegaram inicialmente”, exemplificou, reconhecendo que em Campelo as condições propiciam “uma multiplicação maior do que teriam na natureza”.
O acompanhamento diário passa pela alimentação - que pode incluir “mexilhão, ervilha, miolo de camarão, ração normal, flocos, minhocas, larvas de mosquito” - numa tentativa de que os peixes tenham uma alimentação variada como teriam na natureza. 
A limpeza, a medição do caudal da água e a detecção de um eventual problema sanitário são preocupações constantes, mas a maior é o “sucesso” das espécies: “libertá-las no habitat natural com condições aceitáveis para a sobrevivência futura”, notou.
Depois da multiplicação das espécies, o projecto vai enfrentar, no próximo mês, um novo desafio, com a reintrodução do ruivaco-do-Oeste no rio Alcabrichel, em Torres Vedras.